quarta-feira, 25 de abril de 2012

Futuros Profissionais Graduados



Olá! Bom dia para você, que apesar de ler tanto lixo visual pela internet, quer fazer a diferença no mercado profissional e claro, se realizar nisto. (Falei sobre lixo visual com a @ncamposalves ontem à noite).

A preocupação em ter um diploma hoje é digamos assim, superficial, no meu ponto de vista. É uma comparação, se é que quis decifrar o que acabou de ler.
Mas, conselho não é para dar e sim vender, vulgo os grandes palestrantes de motivação que estão lucrando horrores com palestras que não duram nem 45 minutos para falar o que você já sabe, mas tem preguiça de fazer; os tais consultores profissionais, que vão te dar umas dicas de como administrar melhor seu tempo etc e blá blá blá. Contrate um!

Lembro-me de quando conversava com meu pai sobre o que ser na vida e ele dizia para que eu fosse doutora. Ora! Na época em que meu pai tinha a minha idade, o título de doutor era usado mesmo que a graduação não seguisse o ritmo de pós, mestrado e doutorado, por exemplo. (Aprendi a falar esse negócio de “por exemplo” tem umas 2 semanas). Cerca de 30 anos atrás você se formava em Direito, Economia, Medicina, ainda sem especialização e o pessoal te achava “O DOUTOR”! É amigo, o negócio era valorizado!

E para os mais intelectuais, dar seqüência à carreira acadêmica o tornava ainda mais prestigiado. Como se estar em processo de graduação fosse uma honra. E era! Afinal, o ensino era sim muito valorizado (penso eu).
E aí está o grande diferencial nos estudantes de hoje e os de vinte anos atrás: não existiam tantas UNI-ESQUINAS e o ensino era aplicado. Para se entrar numa Universidade, era bem difícil. (Se bem que por outro lado, a facilidade de ter um diploma de ensino superior nos possibilitou abrir muitas oportunidades profissionais).

Porém, o ensino compactou, ficou muito no vulgo “mais prático e menos teoria”. Isso tornou estudantes mal acostumados e muitos deles a procurarem alternativas para dizerem que tem coisas deveras mais importantes (casa, família, cachorro ou balada escondida dos pais ) para fazer ao invés de estudar.
Outro exemplo que tenho é da minha própria formação colegial. Até 2006, ano em que adquiri um PC, meus trabalhos eram todos feitos em horas de pesquisas e leitura de livros. Não é elogio próprio (é sim,), mas nunca fui mal em redação, química, inglês, geografia e historia - agora em matemática, física e biologia eu era um desastre ambiental, uma catástrofe mesmo ¬¬ . No entanto, o que adquiri de conhecimento técnico veio graças às pesquisas em bibliotecas e à grande curiosidade que tinha.

Depois da santa internet, minha vida, meus trabalhos, meu modo de escrever também só veio a piorar. Talvez tenha sido essa facilidade de achar tudo mastigado, que tenha feito eu e diversos outros estudantes a caírem de nível intelectual.
Apesar de eu ainda gostar muito de ler, ter curiosidade em saber diversos assuntos que provavelmente um livro didático não me daria a informação, ainda sim, tento da forma que me é dado por meio da internet, buscar conhecimento de prática, principalmente relacionado ao curso em que estou me graduando.

Secretariado é uma das funções mais antigas que temos conhecimento. Lembrando que no Egito, já existiam os escribas - acho que todo mundo usa o Egito para falar que essa profissão é antiga ¬¬ - e todo o processo de arquivamento, escrita, perfeiçoamento e auxílio a algum “superior” a meu ver, já era uma função dada a um perfeito assessorista (consta que a palavra está escrita errada).
Foi na Revolução Industrial, quando faltou a mão de obra masculina, que veio muito a calhar uma mãozinha de mulher ao fardo. (Fardo, Fernanda? Como assim?). É que de acordo com o dicionário virtual, fardo seria:

s.m. O que pesa excessivamente.
Carga, peso, volume.
Fig. Encargos, responsabilidades; atribulações: o fardo dos anos, da família.

E para quem quer ingressar nesta área tem que ter no mínimo, a capacidade de ser flexível com o mundo social, saber lidar com todos os tipos de personalidades, estar ciente de que irá de fato tomar conta de vidas, de todo um histórico da empresa, de toda uma organização, de tudo que for relacionado a outra pessoa. Ser de fato o cérebro eficaz e correto do patrão - porque quem tem chefe é índio.
Quando comecei a procurar informações sobre a profissão, me esqueci do detalhe mais importante: saber se meu perfil pessoal se enquadra em todas ou boa parte dessas referências que um profissional de secretariado necessita ter, já cravado em suas características de ação e escolhas.

Pró ativo, atento, rápido, assíduo, ter boa conversação, controle emocional (principalmente), saber lidar com mudanças, ter em mente que você será o controle, a porta de acesso às informações confidenciais, saber transmitir, passar segurança entre outros, porque eu não tenho em minha carga nem metade disto.
Moldar? Sim, todos nós podemos adquirir conhecimentos técnicos à nossa vida profissional. Podemos aprender a nos organizar, saber cálculos, mas claro que vai ter um momento da vida que vamos notar que tudo aquilo que dedicamos tempo, foi apenas para nos mantermos no “mercado”, para não ficarmos para trás, e de fato não morrermos de fome.

Depois de muito tempo, notei que por mais lindo e honroso que seja seguirmos firme no que realmente amamos fazer, ainda vivemos num sistema capitalista. Nem sempre, ou melhor, quase sempre, os que estão desprovidos de uma acessibilidade financeira, tendem a sofrer mais para conquistar um espaço ao sol no tão sonhado trabalho dos sonhos. Por este motivo, acabam entrando nas Uni-Esquinas da vida para garantirem um empreguinho meia boca e agregam em seus pensamentos aquela desculpinha de que quando forem presos, terão uma cela especial – ô dó.

Eu (por que tenho que me citar como exemplo, gente?) faço parte daquela grande massa cinzenta que caiu de pára-quedas num curso superior na vaga esperança do emprego melhor, do salário melhor, porque você, eu e o resto do planeta chamado Brasil social, sabe que os grandes profissionais qualificados mais cedo ou mais tarde vão tomar o seu devido lugar de posse, mesmo que você tenha conseguido um “diplominha superior”.

É o caso de pensar o seguinte: não basta apenas ter o diploma, é preciso agregar ao cérebro os conhecimentos, tornar-se aquilo que se propõe a ser, estar com a bandeira levantada à função que lhe será, creio eu, o seu status social. Porque ninguém estuda, ninguém passa duas, quatro ou o período integral para ficar com a idéia fixa de que quando se formar irá ter milhares de happy-hours para se deliciar com os amigos.
 Mas sim, ser um exemplo de profissional que veio colocar a ordem funcional que é dita na teoria de seus respectivos cursos. Exemplo contrário disto é estudar Direito para ser ladrão, estudar aviação para ser terrorista, estudar Mecânica para roubar carros, estudar Ciências da Computação para virar hacker e por aí vai, que é o que está ocorrendo.

Eu ando vendo o mundo social hoje muito maquiado, muito na “falsa paz”. Parece que as pessoas abriram os olhos para a verdade e me parece ainda que estão de fato mudando o mundo. Porém, o que realmente está acontecendo, no meu ponto de vista é que estamos todos varrendo a sujeira para debaixo do tapete, acobertando, sendo omissos ao que deve ser feito; ir a luta, entende? Sair e de fato mudarmos, dizermos o que realmente precisa ser dito, pegarmos a espada e dizermos abertamente “ISTO ESTÁ ERRADO”.
Mas, o egoísmo, a falsa alegria estampada no rosto e a miséria consumista ainda predominam. É difícil não se deixar levar por conta disso tudo, porque você está dentro do sistema, precisa dele para conseguir “auxílio isto” e “auxílio aquilo”.

Então para finalizar a idéia de falar de um curso superior e uni-lo a um exemplo universal, é que, PELO AMOR DE DEUS, DO QUE FOR SAGRADO NA SUA VIDA, FAÇA ALGO QUE REALMENTE IRÁ MUDAR VOCÊ, O PRÓXIMO E UMA NAÇÃO TODA. NÃO VIAJE “NA MAIONESE”. SE VOCÊ QUER MUDAR O MUNDO, COMECE POR DENTRO. NÃO DIGA ALGO E FAÇA OUTRO, SE FOR, TENTE FAZER PRIMEIRO E AÍ SIM, REVER SEUS CONCEITOS.

Essa é  a dica que dou aos novos interessados a estudarem DE VERDADE. Estude para beneficiar um todo, você vive em sociedade, você precisa disto tudo. Não caia na armadilha que cai, assim como metade dos muitos estudantes de escolas particulares fazem, que é ter um curso superior apenas para ser intitulado graduado. Pelo amor de sua alma, faça valer suas frases clichês de FAZER O QUE REALMENTE GOSTA E TEM VOCAÇÃO.
Pense de verdade!
Bom, a mensagem que queria passar era essa. Espero que muitos que lerem, entendam a importância de fazerem a escolha certa. Sei que vai existir uma grande chance de você entrar numa Uni-Esquina da vida, mas se for entrar, não entre pensando em ser o que não é, não será e jamais exercerá com excelência na vida.

Tente ouvir o que sua alma quer lhe dizer, nos teus atos, na forma como lida e nas facilidades como tem, se tal responsabilidade irá fazer bem a todo um sistema. Vamos tentar corrigir, desfragmentar esse sistema de corrupção, que começa das pequenas atitudes às grandes escolhas que encarregamos de fazer no âmbito profissional.

Sei lá, é um texto vindo de uma pessoa comum que não tem experiência alguma de vida para dar conselhos, mas o pior é que eu já fiz escolhas erradas, mas tive que aprender com meus erros. (Perder dinheiro em estudos falidos é sofrido, para quem não tem papai que pague o curso, nem vai te buscar de carro todos os dias).



Um abraço, e hasta la vista.



Texto revisado por: Natália Campos

16 comentários:

  1. "A preocupação em ter um diploma hoje é digamos assim, superficial, no meu ponto de vista."
    As perguntas talvez sejam as seguintes: o diploma não se tornou apenas um "mero meio" para se ter um status social diferenciado? Ou foi tão banalizado que poucas pessoas ainda ligam para isso? Diploma garante que o graduado será um bom profissional, dependendo do centro de ensino superior onde obteve o mesmo?

    "os grandes palestrantes de motivação que estão lucrando horrores com palestras que não duram nem 45 minutos, para falar o que você sabe, mas tem preguiça de fazer, os tais consultores profissionais, que vão te dar umas dicas como administrar melhor seu tempo”.
    Deveria ter sido um desses "palestrantes-picaretas" como o Roberto Shinyashiki (que já palestrou pros funcionários municipais de Esteio), e que ganha uma tremenda bolada pra falar durante uma hora (ou menos) repetindo aquelas frases feitas e conceitos furados que a gente já está "careca" de ter ouvido por aí!

    ResponderExcluir
  2. "E está aí o grande diferencial nos estudantes de hoje e os de vinte anos atrás: não existiam tantas UNI–ESQUINAS"
    Foram justamente essas "Uni-Esquinas" que terminaram de demolir o que ainda havia de credibilidade no ensino superior particular; se bem que algumas universidades públicas estão trilhando pelo mesmo caminho das "Uni-Esquinas". Aqui em Sapucaia existe a FAE, que oferece cursos de Logística, Administração e Pedagogia, é das maiores farsas que já vi na minha vida, em termos de centros de ensino "superior" - era um simples curso supletivo e virou faculdade: pode isso, Arnaldo?

    "o ensino compactou, ficou muito no vulgo “mais prático e menos teoria” e assim, mal-acostumando muitos estudantes a procurarem alternativas para dizerem que têm coisas deveras mais importantes (casa, família, cachorro ou balada escondida dos pais) para fazer ao invés de estudar”.
    Há alguns poréns nisso: muitos estudantes realmente desperdiçam a oportunidade de cursar uma universidade, preferindo frequentar o bar mais próximo ou realizando qualquer outra atividade sem qualquer relação com os estudos, ou negligenciando os mesmos. Por outro lado, há aqueles que estão sujeitos a uma rotina diária massacrante, e dar uma matada de aula pra ir ao pontinho e/ou dar uma "namorada" são modos de aliviar o stress.

    ResponderExcluir
  3. "até 2006, ano em que adquiri um PC, meus trabalhos eram todos feitos de pesquisas de horas de leitura que fazia em livros”.
    Até desistir de vez do curso em 2005, 100% dos meus trabalhos de universidade eram em cima de leituras que encontrava na biblioteca da Unisinos, internet ainda não era considerada ferramenta confiável nem sequer referência bibliográfica. Hoje em dia o "copia e cola" parece ter virado um "modus operandi" costumeiro, porém se enganam aqueles que acham que isso substitui dezenas de horas de estudos e leituras!


    "Ser de fato o cérebro eficaz e correto do patrão"
    Ser, de fato, o cérebro eficaz e correto PARA O PATRÃO, sem receber nada mais por isso - e ai da gente quando cometemos um erro, por mínimo que seja!


    "os que estão desprovidos de uma acessibilidade financeira, tender a sofrer mais para conquistar um espaço ao sol no tão sonhado trabalho dos sonhos, e por este motivo, acabam que por entrar nas Uni-Esquinas da vida, para garantir um empreguinho meia boca”.
    Quem encara o mundo do trabalho por esse viés utópico acaba se decepcionando e sofrendo "afu"!

    ResponderExcluir
  4. "não basta apenas ter o diploma, é preciso agregar ao cérebro os conhecimentos”.
    Cabe questionar: será que estão sendo agregados aos cérebros os conhecimentos realmente necessários? Ou virou tudo um teatro no qual os professores fingem que ensinam e os alunos fingem que aprendem (parafraseando o mestre Vampeta!)?


    "ninguém estuda ninguém passa duas, quatro ou o período integral inteiro para ficar com a ideia fixa que quando se formar irá ter milhares de happy–hours para se deliciar com os amigos”.
    Happy hours??! ESSA É BOA, ÓTIMA MESMO!! Vão é correr pra casa o mais rápido possível, pra dormir mal e ter que encarar mais trabalho no dia seguinte, imaginar como vão pagar aluguel, alimentação, roupas, enxoval, prestações do carro e nem sei o que mais com o salário indecente de baixo que recebem! Quando muito tomar uma cerveja no domingo antes do churrasco ou na sexta depois de quase fugir alucinadamente do local de trabalho! E nem vou mencionar quando a saúde começa a decair no mesmo ritmo em que as preocupações e estafa aumentam ainda mais!


    "parece que as pessoas abriram os olhos para a verdade e me parece ainda que estão de fato mudando o mundo, mas o que realmente está acontecendo, no meu ponto de vista, claro, que estamos todos varrendo a sujeira para debaixo do tapete, acobertando, sendo omissos ao que deve ser feito”.
    Bukowski certa vez escreveu e tinha razão: "não existe muita mudança em lugar nenhum".

    ResponderExcluir
  5. "a falsa alegria estampada no rosto, e a miséria consumista ainda predominam”.
    E haja muito futebol, novelas, pseudo-humorismo, UFC e putaria em geral pra "entreter" o povão! E até os ditos "intelectuais" assistem essas porcarias (eles não me enganam e não me enganarão novamente!)!

    "Tente ouvir o que sua alma quer lhe dizer, nos teus atos, na forma como lida, e nas facilidades como tem, se tal responsabilidade irá fazer bem a todo um sistema”.
    No Brasil, o sistema foi estabelecido pra não funcionar, isso sim!

    ResponderExcluir
  6. Cara, teus comentários foram ÓTIMOS, é por isso que gostaria de vê-lo por aqui sempre, preciso de seus conhecimentos *--*

    ResponderExcluir
  7. Nanda, minha querida.

    Primeiramente quero dizer que estou muito feliz com a sua postagem, pois atualmente o lixo virtual é que tem predominado a rede de computadores e ler um assunto tão interessante como este me deixa um tanto esperançosa, pois creio que há mais pessoas como você que podem nos desafogar de tanta porcaria existente no mundo virtual. Acredite Nanda, você faz uma (boa) diferença nesse nosso "mundinho cruel".

    Bom, em minha área de Jornalismo, eu sempre me interessei por duas editorias: Cultura e Educação. São duas vertentes as quais eu tenho uma "paixonite aguda" rs. Eu amo falar sobre cultura e educação! E seu post me chamou muito a atenção por se tratar de Educação (e por que não Cultura? - trata-se apenas de analisar a fundo o assunto e ver que aí tem cultura também! Mas deixemos isto para uma próxima oportunidade).

    Já foi-se o tempo em que a sociedade criava seres pensantes. Com a facilidade de achar tudo mastigado, como você mesma disse no texto, as pessoas não se dão o trabalho de pensar, de raciocinar, de trabalhar a mente, de buscar, criar e renovar ideias. E então o cérebro atrofia, servindo apenas como “oficina do diabo”. E oficina do diabo fede, viu. E como fede! (Isso não é legal, é?).

    [...]

    ResponderExcluir
  8. [...]

    As pessoas perderam a dedicação em horas de leitura, perderam o conhecimento. Elas não mais valorizam os estudos. E isso é lamentável, pois eu acredito que a base para um futuro melhor (em tudo) é a educação.

    Ontem, o jornal Folha de São Paulo publicou em seu site, que “falta professor em 32% das escolas estaduais de São Paulo. Dois meses após o início do ano letivo, uma em cada três escolas estaduais da cidade de São Paulo enfrenta falta de professores. O déficit de professores persiste mesmo após a Secretaria da Educação liberar a convocação de profissionais reprovados em exame do Estado e de outros que nem fizeram a prova”. (Clique aqui: http://www1.folha.uol.com.br/saber/1081124-falta-professor-em-32-das-escolas-estaduais-de-sao-paulo.shtml ).

    Foi publicado também no mesmo jornal, que “o desemprego subiu pra 10,8% em março, de acordo com a PED (Pesquisa de Emprego e Desemprego), divulgada pela Fundação Seade (Sistema Estadual de Análise de Dados) em conjunto com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos). O número de desempregados aumentou em 175 mil, para 2,423 milhões de pessoas em março, ante fevereiro” (Clique aqui: http://www1.folha.uol.com.br/poder/1081163-desemprego-sobe-para-108-em-marco-diz-seadedieese.shtml )

    [...]

    ResponderExcluir
  9. [...]

    Até quando vamos assistir situações como estas em nosso país?
    Sabe, Nanda. Eu achei sábia de sua parte frizar a colaboração à sociedade, colaborar com todos nós. Fazer valer as coisas em âmbito coletivo; isso é amor ao próximo. Está no caminho certo, Nanda!

    Em relação ao desfragmento dessa massiva corrupção, concordo contigo ao dizer que essa quebra começa das pequenas atitudes às grandes escolhas que encarregamos de fazer no âmbito profissional.

    E essa coisa de dizer que o Brasil é um “lixo”, o Brasil é um “péssimo país”, nosso país é extremamente “corrupto” é opinião de gente que não sabe o real significado da palavra corrupção. (Porque eu tenho certeza que muitos associam a palavra corrupção apenas a roubo de propina...!). Só digo uma coisa: Quem faz o Brasil é o brasileiro. Então se você diz que o país é uma porcaria, ... (termine você esta frase!).

    [...]

    ResponderExcluir
  10. [...]

    De acordo com o Dicionário Informal (http://www.dicionarioinformal.com.br/), o termo corrupção significa deterioração, deturpação, falsificação, desmoralização, decadência. Agora relacione profundamente este termo ao ser humano.

    ...Tcharam!!!

    Todos nós somos corruptos e praticamos corrupção o tempo todo!

    A cada vez que mentimos, por exemplo, estamos corrompendo, falsificando uma informação. Deterioramos nossos valores, mergulhamos em nossa própria decadência por praticarmos corrupção, por sermos de fato corruptos conosco mesmo e com os demais ao nosso redor.

    E então? Vamos continuar dizendo que (só) os políticos são corruptos? Vamos continuar dizendo que corrupção é apenas roubar dinheiro? É por essas e outras que eu enxergo dia a dia a preguiça mortal das pessoas em procurar saber e entender das coisas e de tudo o que acontece ao nosso redor, de praticar mais da leitura e leitura diária, de se dedicar horas em aprendizado de vida.

    [...]

    ResponderExcluir
  11. [...]

    Vamos parar de culpar somente a política brasileira da corrupção. Vamos parar com isso! Por que é sempre tão chato falar disso? Porque nós, seres hipócritas, não queremos reconhecer os nossos erros e nos redimir. Não queremos perdoar e nos abraçarmos mais. Não queremos ceder, não queremos amar uns aos outros.

    Admita, você aí! Você se cansa ao falar de corrupção e fica murmurando o tempo todo sentado nessa cadeira dura de funcionário público, não é mesmo? Só que ficar parado reclamando não faz o mundo girar, meu caro. Não faz o mercado girar! (Viva o capitalismo. Bah! ¬¬).
    Comece por você a mudança que você quer ver no Brasil. Quem faz o Brasil é o brasileiro e você é o quê? Pois é, meu querido. Vamos! Avante!

    [...]

    ResponderExcluir
  12. [...] Vamos nos abraçar mais, vamos nos unir mais, vamos nos amar mais. É disso que o nosso país precisa e sempre precisou. A quebra de corrupção parte de cada um de nós. Precisamos nos despir dessa massa corruptiva e somar positivamente ao nosso Brasil!

    Bom Nanda, muito obrigada por apresentar em público essas ideias. Precisamos mais disso. E mais e mais e sempre. Se cada um se encarregasse de plantar uma semente que dê bons frutos, poderíamos construir uma grande floresta verde, limpa e sadia. Que tal?

    Avante, cidadãos! Avante!

    Beijos, querida :)

    ResponderExcluir
  13. Ual, adorei ler os comentários de Nati, os comentários do Leandro, de ver tantas idéias reunidas em um lugar só, a cada opinião uma agregando valor a outra. O blog nem é meu, mas tomo a liberdade de agradecer não só a parceria de vocês, mas principalmente o animo que dá, ver pessoas que criam, que pensam e que participam.

    Não tenho idéia de quantas pessoas vêem ler aqui, mas digo que vocês já fazem uma diferença aqui nesse mundinho virtual e conseqüentemente na nossa vida dita real, com exemplos que nos atinge diariamente, seja a poluição virtual, a preguiça mental de pensar, a “politicagem” tantos assuntos que devem ser discutidos e muitos preferem ignorar, sofrendo as conseqüências mais tarde fazendo o que sabem de melhor, só reclamar...

    Como Nanda disse em uma passagem, “Vamos tentar corrigir, desfragmentar esse sistema de corrupção, que começa das pequenas atitudes às grandes escolhas...” e Nati finalizou, “Se cada um plantasse uma sementinha...”
    E o que vejo aqui são pequenas atitudes que podem gerar bons frutos, talvez sozinhos não possamos mudar todo uma país, mas se tudo começa dentro de nos, então estamos no caminho certo.

    ResponderExcluir
  14. Espetacular Nati :)
    Valeu Ed.
    É isso que eu busco para o blog falido, bons comentaristas críticos *--------*
    Que orgulho.

    ResponderExcluir