domingo, 12 de junho de 2011

12 de Junho

Olá pessoas, primeiramente devo agradecer por vir aqui e notar um considerável numero interessante de seguidores do blog falido, devo agradecer por estarem lendo, seguindo ou de alguma forma compartilhando estas inúteis palavras, pois todos sabem que escritores falidos nascem aos montes mas o que mais importa é que temos a admiração, carinho e apoio de nossos seguidores.
Estou aqui para dar total apoio a novos blogs, com assuntos interessantes ( ou não ) pois sou amante das novas informações, e carente de conhecimento, a possibilidade que a internet vem dado ao novos escritores é magnífica e digna de ser lembrada que sem ela não poderíamos deixar nossos pensamentos expostos, seria claro função do antigo diário de mão.
Como alguns que já seguem a algum tempo sabem, eu demoro sempre para postar algo novo, devido a rotina, aos demais afazeres e mesmo ao adiamento de procurar o que postar, perdoem me, sempre digo e repito, aceito ajudas, sugestões, tudo que acharem pertinente postar aqui.


Hoje decidi então falar sobre um assunto talvez delicado, mas que me veio logo à cabeça nesta ultima semana que antecedi o dia dos namorados. O ‘’ sentimento  completo pelo outro ‘’.
Vamos antes ver esta seguinte frase:

Eu (fulano de tal),
recebo-te, e prometo ser-te fiel,

amar-te e respeitar-te,

na alegria e na tristeza,

na saúde e na doença,

todos os dias da nossa vida.

Até que a morte nos separe.




Alguém se lembra disto? Certamente sim, frase mais que conhecida em novelas das 8 que começa as 9 da noite, que também é conhecida em cerimônias religiosas claro – o casamento!
Ora, certo dia os pombinhos prometem, ao longo de seus dias lindos e repletos de cogumelo cor de rosa, trocam caricias, ternuras e frases tocantes, mostram ao mundo que o amor será eternizado e como prova disto o casamento solido.
Darei alguns exemplos que conheci de casais que tiveram suas vidas modificadas por conta de alguma peculiaridade... vejamos a seguir:

Caso 1.
Um casal harmonioso, cresceram juntos, tiveram filhos perfeitos, porém em um determinado momento da vida, um dos parceiros teve um problema na qual não poderia mais ter ‘’ relações sexuais ‘’ mas nada disto impediu que seu relacionamento fosse por água a baixo. Ainda sim, depois de mais de 40 anos de casados, estão apesar de muito tempo sem ‘’ união de corpos ‘’ amando um ao outro.

Caso 2.
Um casal de jovens , mas que para ter um vinculo afetivo tiveram que enfrentar um preconceito, o da idade, diferenças que por sua vez vinham de contra o que a sociedade prega ser melhor moralmente, um sendo muito maduro e a outra sendo muito nova, e que ao longo do tempo, um destes enfrentaram a desilusão de não poder manter relações sexuais com sua parceira! Mas que mesmo assim, não impediu que continuassem juntos, abdicando sua necessidade por conta de um empecilho muito grande não dito aqui. 

Caso 3.
Um casal que depois de muito ter vivido, conheceram se coincidentemente através do que mais gostam, a dança, construíram juntos planos e assim se casaram, não tiveram filhos, porem uma doença afetou o desempenho normal de um dos parceiros, deixando – o totalmente inútil a vida cotidiana, uma doença que afetaria tanto ele quanto os demais entes da família, mas que por conta desta doença a parceira renunciou o ‘’ amor ‘’ que tanto prometera ao seu companheiro, deixando –o totalmente desprotegido e sozinho quando ele mais precisava dela.

Caso 4.
Um casal que desde muito cedo decidiram sozinhos mudar totalmente de vida, deixando para trás família, costumes. Ao longo do tempo tiveram muitos filhos, mas que depois de vários anos de casados, um decidi ir embora, achando ter encontrando a sua parceira ideal, e deixando feridas para sempre no coração de alguém que o amou praticamente a vida toda, fazendo com que se fechasse  para o mundo, não dando oportunidades a si mesma por conta do rancor, e a dor que sentiu pelo fim de um grande amor.


Bom foram exemplos de muitos outros que existem por ai, é difícil sabermos ao certo o que é o amor na visão de cada um, e muitas das vezes nem nós mesmos sabemos o que é amar.
Para hoje, 12 de junho de 2011 eu perguntaria a você:
Até que ponto amaria alguém? Até que ponto deixaria de amar alguém que por muito tempo jurou ser para sempre? O que é o para sempre na perspectiva do amor?
Seria na doença? Seria por conta de outra pessoa? Seria por conta de si mesmo?
Desta vez não metralharei a juventude atual, mas deixarei aqui uma incógnita para que cada um que ler este post, tente saber quem é importante para você, o amor, você mesmo ou outro alguém.

O seu ponto de vista é fundamental para mim :)

See you later.

2 comentários:

  1. Nanda, muito bacana seu texto, pois faz-nos refletir sobre palavras que juramos e, algumas vezes, não cumprimos, deixando-nos levar por paixões ou coisas passageiras. Eu acredito que o amor (amor de verdade e não a paixão) é pra sempre no sentido eterno.
    acho que o exemplo-mor de amor foi o Cristo Jesus, que se entregou até a morte por amor. portanto acho que o amor de verdade é algo tão grande, imenso, gigantesco que não tememos enfrentar nem a morte para que a outra pessoa possa viver.
    não como obrigação de doutrinas humanas, mas como algo que vem do fundo do seu coração, que você faz de pura vontade, porque a outra pessoa é muito mais importante que a você mesmo.

    ótimo texto Nanda! parabens! =]

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  2. Meio complicado pra mim falar de amor, pois sou o tipo de homem que se apaixona perdida e irrestritamente. Por mais que os atributos físicos importem, sou dos que colocam o sentimento como norte de uma relação. Eu acho que amor dura até o ponto em que outra pessoa acabe começando por te fazer mal, e é nesse ponto que termina o tal “amor eterno” – aqui cabe perguntar: pode ser eterno um amor que faça mal a alguém?

    Se alguém abandona uma pessoa por essa estar gravemente doente, bom aí não era amor, não passava de uma atração – aqui cabe perguntar: o amor é “fiador” de um abandono?

    Ainda nessa questão do amor causar mal, as vezes somos nós a causar mal quem amamos; aí não dá para a outra parte ficar atrelada a gente, num relacionamento, disfuncional, perverso e assimétrico.

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